Cartaz do curso

12 e 19 de Maio
Online (Zoom), 9h30 – 12h30

Formadora: Lígia Lopes

Este curso online terá como temática central o conceito do Design Inclusivo aplicado aos produtos e aos serviços, relacionado-o com a acessibilidade em espaços culturais, sob o ponto de vista físico e cognitivo. Será tema de reflexão o desenho de experiências e memórias positivas em organizações culturais, na medida em que se entende que o Design poderá servir como ferramenta (técnica e emocional) para potenciar ações e oportunidades que resultem em mudanças de paradigma na medida em que podem oferecer experiências culturais mais inclusivas, mais positivas.
Durante o curso serão abordados outros tópicos mais específicos, tais como: a importância do desenho do Serviço Educativo enquanto mediador ao acesso a conteúdos pelos diversos públicos; as barreiras para a inclusão no desenho e criação de exposições temporárias e permanentes – barreiras físicas, suportes gráficos, materiais de comunicação, desenho de percursos, desenho de serviço, etc..; e, o desenho de estratégias para que os espaços culturais possam ser lugares com uma oferta mais equitativa para responder a um público mais diverso apesar de também eles dependerem da sua diversidade ao nível dos conteúdos que têm para oferecer.

Público-alvo

Profissionais da cultura em geral, curadores, profissionais responsáveis pela criação de exposições e conteúdos, designers, arquitectos.

Preçário

Normal: €30

Estudantes/Desempregados: €25

Associados da Acesso Cultura: €20

Ficha de inscrição

Nota biográfica

Lígia Lopes é licenciada em Design Industrial e doutorada em Design pela Faculdade de Arquitetura de Lisboa. Professora de Projecto de Design desde 2002, é actualmente professora convidada no Departamento de Comunicação e Artes da Universidade de Aveiro e na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Tem desenvolvido e coordenado projetos assentes em metodologias participativas e de co-criação, tanto na coordenação de projetos académicos como na prática projectual como designer, o que lhe tem permitido criar uma rede de contactos nacional e internacional, assim como uma rede de “não designers”, com quem tem colaborado e aprendido a desconstruir ideias preconcebidas.

Ao longo dos últimos anos tem trabalhado diferentes abordagens de projecto, nas quais as pessoas e os processos são valorizados, envolvendo ativamente e dando voz a utilizadores/pessoas menos visíveis do desenvolvimento dos produtos. No seu percurso, já desenvolveu estudos e projectos sobre acessibilidade física e de conteúdos, design para a inclusão em escolas de primeiro ciclo, práticas de participação comunitária, inclusão das pessoas com diversidade funcional em projecto de design e envolvimento das pessoas, mais comummente (e com algum distanciamento) chamadas de “utilizadores”.

Recentemente criou o projecto CANHOTA, que surge para dar resposta à necessidade de construção de um projeto que tem por base um alinhamento sustentado pela ética projectual em Design e que se compromete a desenvolver produtos, serviços e estratégias para um Design Consciente.

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