15 de Junho, 14h30
Lisboa, El Corte Inglés – Âmbito Cultural
Entrada livre
Em Portugal, nos últimos anos, temos visto pequenas estruturas e artistas independentes a abraçar a acessibilidade e a integrá-la no seu trabalho. Enquanto organizações culturais maiores, mais robustas, parecem estar a arrastar os pés ou a limitar-se a acções pontuais e performativas, estas estruturas e artistas, gerindo muitas vezes orçamentos limitados, mostram o que é possível fazer quando a acessibilidade (e a inclusão) se assume como prioridade e como responsabilidade.
Vamos conversar com: Luna Rebelo (Formiga Atómica), Marco Paiva (Terra Amarela), Raquel André, Sara Barros Leitão (Cassandra).
Convidámos ainda para esta conversa O Teatrão (Coimbra), o Teatro José Lúcio da Silva (Leiria) e o Cineteatro Louletano (Loulé). Integrando a Rede de Teatros com Programação Acessível desde 2021, estes organismos têm investido significativamente na relação tanto com espectadores como com artistas com deficiência visual e Surdos.
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