Inscrições
Regressar à página inicial da conferência
Aida Rechena
É museóloga, diretora do Museu Nacional Resistência e Liberdade-Fortaleza de Peniche desde 2021, professora visitante na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias e membro integrado do Centro de História de Arte e Investigação Artística (CHAIA) da Universidade de Évora (UÉ). Foi diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, da Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves, do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, do Museu da Guarda e chefe da Divisão de Cultura e Património Cultural da Câmara Municipal de Odivelas. É Doutora em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, com a tese “Sociomuseologia e Género. Imagens de Mulheres em exposições de museus portugueses”. É coordenadora do MINOM Portugal – Movimento Internacional para uma Nova Museologia, membro do ICOFOM (Comité Internacional para a Museologia do ICOM) e SOMUS (Comité Internacional para a Museologia Social do ICOM).
Américo Baptista
Há mais de 25 anos nesta ”coisa” da gestão de pessoas, movido pelo “mistério” da conjugação dos sonhos do indivíduo com os objectivos das organizações. Actualmente, Coordenador do departamento “People” e “Social Awareness” na Good Mood (Boom Festival), iniciei o meu percurso na área no Grupo Círculo de Leitores/Bertrand, onde permaneci 14 anos, depois seguiram-se 10 anos como director de recursos humanos na cadeia hoteleira Real Hotels Group. Num momento de redefinição dos meus objectivos profissionais, surge a oportunidade de me juntar à equipa que – entre outros eventos – realiza o Boom Festival, evento do qual já era profundo admirador. “Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam” ou seja, a exploração do “mistério” continua.
António Brito Guterres
Activista comunitário com responsabilidades de gestão em projectos locais e de base comunitária em vários territórios da Área Metropolitana de Lisboa. É também investigador no DINÂMIA’CET-Iscte, onde leciona na pós-graduação em Territórios Colaborativos. Como assistente social e investigador em estudos urbanos, cruza o seu trabalho com a cultura para contar histórias de diversas formas. Em 2022, foi o curador da exposição “Interferências”, que decorreu durante seis meses no MAAT, tendo criado a obra “6 de Maio” com Vhils. É também consultor do Festival Iminente. Profissionalmente, colabora com a Fundação Aga Khan há dez anos como Gestor Sénior de Programas, gestor do programa de desenvolvimento comunitário urbano “K’cidade” e de assuntos da sociedade civil.
Daniel Pires
Mestre em Design da Imagem pela FBAUP e fotógrafo de formação. Fundador do Maus Hábitos e da Saco Azul Associação Cultural em 1999, é gestor e programador cultural há mais de duas décadas. Sob sua direção, o Maus Hábitos tornou-se referência nacional na promoção da criação artística contemporânea. Com apoio contínuo da DGArtes, CMP e outras entidades, lidera uma plataforma ativa de produção e difusão cultural. Foi responsável por projetos como ON OFF – Capital Europeia da Cultura, Viarco Express, Festival Vivarium, Super Nova e Fórum Turno da Noite , que ligaram artistas e espaços em todo o país. Participa regularmente em conferências internacionais sobre cultura independente no Brasil, Galiza, Macau e China. Integrou o Conselho Municipal de Cultura do Porto, e da associação Circuito Live. Mantém uma postura ativa, inovadora e comprometida com o desenvolvimento cultural e criativo da cidade e do país.
Grupo de trabalhadoras e trabalhadores da EGEAC/Lisboa Cultura
Em 2024, a EGEAC/Lisboa Cultura acedeu a um pedido da Embaixada de Israel em Lisboa para acolher no Cinema São Jorge a festa de celebração do aniversário do Estado de Israel. Trabalhadoras e trabalhadores da empresa, incapazes de compreender esta opção no meio de uma ofensiva à Faixa de Gaza que uma parte do mundo encara como genocídio, constituíram espontaneamente este grupo e organizaram um protesto pacífico, apelando aos responsáveis da EGEAC e da CML para que se posicionassem publicamente pelo fim da violência e pela defesa dos direitos humanos. Cientes da urgência deste posicionamento, o grupo continua a tentar sensibilizar os responsáveis através de novos protestos em diferentes ocasiões.
Inês Matos
Uma das três fundadoras da Editora desmuro. Com um papel central na edição dos livros, a Inês enfrenta desafios na criação visual das obras e da identidade gráfica da editora. Desde como tornar as obras mais acessíveis, à colaboração constante com as autoras de forma a garantir graficamente as expectativas de quem escreve as obras. Nos tempos livres de livros é bióloga, trabalha no CIIMAR em projetos de comunicação de ciência e sustentabilidade, nomeadamente em diversos projetos internacionais. É co-autora do livro “Flor de tabaqueira” (2023) com o coletivo artístico florestas de bolso, e co-editora das publicações “Ponds and Pondscapes as Nature-Based Solutions” (2024) do projeto PONDERFUL EU Horizon 2020.
Joyce Sousa
Artista transdisciplinar e arte-educadora. Doutoranda em Arte Contemporânea (UC), mestre em Artes Performativas (IPL) e licenciada em Educação Artística (FPA) e Teatro (USP). Publica sobre práticas teatrais, educativas e antirracistas. Atuou em diversos espetáculos, com destaque para “descobri-quê?”, Prémio Acesso Cultura 2024. É performer e co-realizadora da vídeo performance “Kabeça”, exibida em nove países, premiada em festivais internacionais. Criou e coordenou, no Teatro Nacional D. Maria II, a formação “Encruzilhadas Artísticas para Criar, Resistir e Subverter”. Ministrou o workshop “Aquilombamento e Identidade” no 2º LACRE, do coletivo Afrontosas, no Goethe-Institut Lisboa. Co-idealizou e performa “Kabeça Orí”, projeto financiado pela Direcção-Geral das Artes e pela 4ª Bolsa de Criação (O Espaço do Tempo). Recentemente integrou “Æffective Choreography”, de André Uerba, apresentado nos festivais TRANSBORDA e DDD.
Laura Falésia
Licenciada em Filosofia (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e em Gestão (ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa), é mestre em Filosofia Política (Faculdade d e Letras da Universidade de Coimbra) e doutoranda em Recursos Humanos, especializando-se em Diversidade e Inclusão em organizações (ISCTE-IUL). É criadora e anfitriã do podcast MEMÓRIA FUTURA, onde entrevista mulheres com mais de 80 anos sobre liberdade e futuro. Co-criou o Coletivo FACA, que trabalha com museus sobre as temáticas do feminismo, colonialismo, racismo, LGBTQIA+ e não-normatividade. Desenvolve estratégias de comunicação, de identidade e tom de voz para organizações, com foco num posicionamento inclusivo e no uso de uma linguagem que envolva todas as pessoas. É consultora, palestrante, revisora e estratega para a inclusão, identidade e diversidade de género. É doutoranda e Bolseira de Mérito em Gestão dos Recursos Humanos no ISCTE-IUL.
Līva Kreislere
Arquitecta, urbanista e educadora. Licenciou-se pela Royal Danish Academy of Fine Arts, com especialização em urbanismo e mudança social. Līva reside em Riga há 9 anos e lidera um gabinete interdisciplinar de arquitectura e planeamento urbano, trabalhando no sector cultural. Concebe e realiza a curadoria de exposições e eventos urbanos numa escala XS, trabalhando com organizações como o Latvian Centre for Contemporary Art, Riga International Biennale of Contemporary Art, FreeRiga, Riga Christmas Market, entre outras). Numa escala XL, Līva colabora com Metropolis (DK), the Danish Cultural Institute, and the Riga City Council Department of City Development, em projectos de planeamento cultural e investigação na região do Mar Báltico.
Manuela Silva
Licenciada em História, Variante de História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1997); tem o Curso Integrado de Estudos Pós Graduados de Museologia- via Especialização, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2006-2008). Tem formação profissional na área da Conservação e Restauro de Madeiras- arte sacra (1997) e na área da Classificação do Património Cultural e Metodologias de Intervenção no Património Construído e Classificado. Pós-graduação em Gestão Pública da Cultura e do Património pelo ISLA (2005-2006). Autora da Carta Municipal do Património Cultural Edificado do concelho da Figueira da Foz (2016-2017). Coordenou o projeto de criação do Núcleo de Arte Contemporânea Laranjeira Santos (2020). Desde agosto de 2022 , enquanto chefe de Divisão de Museu, Património e Núcleos da Câmara Municipal da Figueira da Foz, é responsável pelo Museu Municipal Santos Rocha.
Maria João Faustino
Doutorada em Psicologia pela Universidade de Auckland. Tem feito investigação sobre violência sexual e desenvolvido o tema do consentimento sexual, de uma perspectiva crítica, em publicações científicas e nos media. É investigadora do projeto UnCover. Violência Sexual nas Paisagens Mediáticas Portuguesas, no CES-UC. Tem colaborado com associações feministas e de apoio a vítimas-sobreviventes de violência sexual. É coautora do livro “#MeToo. Um segredo muito público. Assédio sexual em Portugal” (Roque, Santos, Faustino e Garraio, 2024).
Maria Vlachou
Membro fundador e Directora Executiva da associação Acesso Cultura. Autora dos livros Musing on Culture: Management, Communications and our Relationship with People (Ed. Bypass, 2010) e O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais (Ed. Tigre de Papel e Buala, 2022). Autora do blog Musing on Culture, onde escreve sobre cultura, gestão e comunicação cultural, públicos, acesso. Foi Directora de Comunicação do São Luiz Teatro Municipal (2006-2012) e Responsável de Comunicação do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva (2001-2006). Participou no projecto europeu RESHAPE, concretamente no grupo “Arts and Citizenship. Fellow e membro do ISPA – International Society for the Performing Arts (2018, 2020). Alumna do DeVos Institute of Arts Management at the Kennedy Center for the Performing Arts (Washington, 2011-2013); Mestre em Museologia pela University College London (1994); Licenciada em História e Arqueologia (Universidade de Ioannina, 1992).
Mariana Jones
Nasceu no Porto, em Novembro de 1984. Mãe de duas. Madrinha de quatro. É licenciada em Educação Social, com uma Pós-graduação em Direção Comercial e Vendas. Começou o seu caminho profissional no mundo da arte contemporânea, em galerias de arte. Seguindo depois pelas áreas comerciais de grandes empresas. É autora de livros infantojuvenis. E acredita que os seus livros são uma forma de artivismo, um ato de amor e fé, a sua forma de mudar o mundo.
Raquel Sambade
Arte-educadora e professora, é natural do Porto, onde vive e trabalha atualmente. Com licenciaturas em Arqueologia e em História pela Universidade do Minho e pós-graduada em Museologia pela Universidade do Porto. Foi doutoranda de Museologia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto/Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, onde desenvolveu investigação na área da curadoria educativa e arte contemporânea. Enquanto investigadora integrou o Núcleo Experimental de Educação e Arte do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2012). Foi bolseira da 1ª edição do programa INOV-art (DGArtes), integrando o departamento de Educação da TATE Modern (2009-2010). Entre 2010 e 2020, foi educadora do Serviço Educativo da Fundação de Serralves. Lecionou, entre 2019 e 2025, a disciplina de História da Cultura e das Artes no ensino secundário artístico do Ginasiano – Escola de Dança. É fundadora e integra o Coletivo ARiSCA, onde desenvolve ações de mediação que se relacionam com a prática artística contemporânea para instituições culturais e de ensino. Integra a equipa do programa educativo “Intervalo” do Teatro Nova Europa.
Shahd Wadi
Palestiniana, entre outras possibilidades, mas a liberdade é sobretudo palestiniana. Exerce a sua liberdade no que faz, viajando entre escrita, performance, curadoria, tradução e investigação. A sua publicação mais recente é o livro de poesia Chuva de Jasmim (Caminho, 2025). Procurou as suas resistências ao escrever a primeira dissertação de doutoramento em Estudos Feministas do país, pela Universidade de Coimbra, que serviu de base ao livro Corpos na Trouxa: histórias-artísticas-de-vida de mulheres palestinianas no exílio (Almedina, 2017). Foi nomeada recentemente Escritora Universal Galega de 2025. Nas suas práticas artísticas e de investigação aborda a ocupação israelita da Palestina e considera as artes um testemunho de vidas. Também da sua.
Teatro Nacional D. Maria II – Grupo de trabalho Jornadas “Que teatro queremos ser?”
O Teatro Nacional D. Maria II é uma Entidade Pública Empresarial, com estatutos e objetivos de serviço público definidos. Mas, com a evolução e ampliação da sua atuação, sobretudo nos últimos anos, tornou-se imperativo repensar e melhor estruturar a missão, visão e valores deste Teatro. Os atuais Conselho de Administração e Direcção Artística do D. Maria II lançaram assim o mote: pensar com toda a equipa “Que teatro queremos ser?”. Sendo o D. Maria II um Teatro pautado por um ritmo intenso de programação, que, nos últimos anos, se alargou a todo o país, procurou-se encontrar um tempo e um espaço para o pensamento e a discussão conjuntos. O resultado foram as Jornadas D. Maria II, que decorreram ao longo de cerca de uma semana e procuraram colocar toda a equipa a debater que Teatro somos e a imaginar que Teatro queremos ser no futuro. Para definir o programa e organizar estas Jornadas, constituiu-se um Grupo de Trabalho dentro da instituição, composto por um elemento de cada departamento, e assente numa visão de horizontalidade. Muitas foram as aproximações e desafios que este Grupo encontrou ao longo de semanas de trabalho conjunto.
