A (in)visibilidade da população LGBTI

Cartaz do curso

A (in)visibilidade da população LGBTI

Lisboa, 18 de Fevereiro
Segunda-feira, 9h30-12h30 e 14h-17h
Rua das Gaivotas 6

Porto, 25 de Março
Segunda-feira, 9h30-12h30 e 14h-17h
Teatro Carlos Alberto

FORMADOR
ILGA Portugal | Marta Ramos
com Daniela Filipe Bento (Lisboa) e Telmo Fernandes (Porto)

Esta acção de sensibilização vem no seguimento da nossa conferência “E este património? A presença LGBTQI+ no Ano Europeu do Património Cultural” (2018). Procuraremos conhecer melhor as especificidades da discriminação contra pessoas lésbicas, gay, bissexuais, trans e intersexo e a forma como a discriminação, muitas vezes de forma subtil, afecta a visibilidade das experiências e realidade da população LGBTI. Com um especial foco na cultura e no acesso à cultura, exploraremos exemplos da norma da expressão artística disponível e identificaremos algumas oportunidades de crescimento e maior diálogo. Questões como formulários, sinalética, atendimento e diversidade da programação estarão em cima da mesa. Nesta acção veremos até que ponto é que damos ou não o ar de que a arte e cultura são de e para todas as pessoas interessadas.

PÚBLICO-ALVO
directores de espaços culturais, programadores, curadores, profissionais dos serviços educativos / comunicação / recursos humanos / frente de casa, estudantes

PREÇÁRIO
Normal: €30
Estudante / Desempregado: €25
Associado da Acesso Cultura: €20
FICHA DE INSCRIÇÃO

APOIO
Rua das Gaivotas 6
Logo Rua das Gaivotas 6Logo Teatro Nacional São João

 

 

NOTAS BIOGRÁFICAS

Marta Ramos é Mestre em Direitos Humanos e Democratização. Desempenha actualmente as funções de Directora Executiva da Associação ILGA Portugal. Trabalhou previamente no Gabinete do Comissário para os Direitos Humanos do Conselho da Europa, no Parlamento Europeu e na Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. Integra a Associação ILGA Portugal desde 2011, onde tem desenvolvido trabalho especializado na área da sensibilização e combate aos crimes de ódio contra pessoas LGBTI, através da implementação e coordenação dos projetos Observatório da Discriminação e UNI-FORM. Co-coordena o Departamento Jurídico da Associação e é também responsável pelo acompanhamento de requerentes de asilo e pessoas refugiadas LGBTI.

Daniela Filipe Bento é natural do Cartaxo, estando a viver em Lisboa há 14 anos, tempo em que iniciou o seu processo de descoberta identitária, começando pela agregação de comunidades que procuravam o suporte a pessoas de género diverso. Assumindo-se neste momento como mulher, trans, não binária, pansexual e anarquista relacional, procura sempre uma visão crítica das demais linhas sociais, debitando aí o esforço do seu activismo. Começou-se a aproximar dos meios associativos e colectivos há 5 anos, ganhando espaços de reflexão importantes para conduzir a sua luta.

Telmo Fernandes é natural do Porto, licenciado em Sociologia, com pós-graduação em Educação e Diversidade Cultural. Trabalha com a Associação ILGA Portugal – Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo desde 2011, tendo coordenado os projectos Porto Arco-Íris, Bleeding Love, Estudo Nacional sobre o Ambiente Escolar, Alianças da Diversidade e colaborado com o Observatório da Discriminação.