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Há uma crescente preocupação dos profissionais da cultura em relação à forma como comunicam com o exterior. Através do nosso curso de comunicação acessível, temos procurado promover os princípios da linguagem clara. A linguagem clara prioriza o leitor/ouvinte. A implementação das suas técnicas permite descobrir o que as pessoas não sabem, o querem saber e proporcionar essa informação de forma a que seja entendida logo à primeira. Não se trata de infantilizar ou banalizar a linguagem, trata-se de ganhar consciência de que não estamos a comunicar com especialistas.

À esta preocupação, junta-se a da linguagem inclusiva. Cada vez mais profissionais desejam conhecer melhor os seus princípios e formas de implementação. O que se pretende é evitar o uso de uma linguagem que exclui e que promove ou reforça estereótipos.

Tendo em consideração as necessidades manifestadas pelos profissionais da cultura, desenhámos este curso com o objectivo de partilhar informação, permitir ganhar uma maior consciência sobre que está em causa e ajudar a melhorar a forma como se comunica com o exterior, mas também dentro das equipas.

Público-alvo

Profissionais da comunicação e mediação cultural, directores, gestores, programadores, responsáveis de recursos humanos.

Valor de inscrição

Normal: €30
Estudantes/desempregados: €25
Associado Acesso Cultura: €20

Notas biográficas

Maria Vlachou é consultora em Gestão e Comunicação Cultural. Membro fundador e Directora Executiva da associação Acesso Cultura. Autora do blog Musing on Culture, onde escreve sobre cultura, gestão e comunicação cultural, públicos, acesso. Gestora da página de Facebook Museum texts / Textos em Museus e co-gestora do blog Museums and Migration. Participou no projecto europeu RESHAPE – Reflect, Share, Practice, Experiment, sendo membro do grupo “Arts and Citizenship”. Membro do Conselho Consultivo do Solidarity in Action Network. Autora dos livros Musing on Culture: Management, Communications and our Relationship with People (Ed. Bypass, 2010) e O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais (Ed. Tigre de Papel e Buala, 2022). Foi Directora de Comunicação do São Luiz Teatro Municipal (2006-2012) e Responsável de Comunicação do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva (2001-2006). Membro dos corpos gerentes do ICOM Portugal (2005-2014) e editora do seu boletim. Fellow e membro do ISPA – International Society for the Performing Arts (2018, 2020). Alumna do DeVos Institute of Arts Management at the Kennedy Center for the Performing Arts (Washington, 2011-2013); Mestre em Museologia pela University College London (1994); Licenciada em História e Arqueologia (Universidade de Ioannina, 1992).

Sara Martinho é psicóloga social e facilitadora em educação não-formal, com forte interesse em intervenção social, activismo e análise política em direitos humanos, microagressões, discriminação, preconceito, género, LGBTI, bullying, diversidade funcional e direitos dos animais. É formadora e faz seminários nestas áreas há vinte anos. Faz parte da coordenação do grupo de investigação Health 4 All do Centro de Investigação e de Intervenção Social do ISCTE-IUL e está a terminar o doutoramento em Psicologia na área das microagressões na saúde. Foi fundadora e dirigente da rede ex aequo – associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, trans, intersexo e apoiantes, onde coordenou o Projeto Inclusão, a primeira campanha contra o bullying homofóbico em Portugal, e foi dirigente da associação ILGA Portugal.