NOVAS DATAS A ANUNCIAR
Formadores
Público com mobilidade condicionada: Fundação LIGA, Maria José Lorena
Público com deficiência visual: ACAPO, Peter Colwell
Público Surdo: Federação Portuguesa das Associações de Surdos
Público com deficiência intelectual e com dificuldades na expressão oral: Célia Sousa

O contacto e interacção com pessoas com necessidades especiais – visitantes, espectadores, artistas, colegas – cria muitas vezes algum desconforto. Como tratá-las? Como chamá-las? Oferecer ajuda? Como e quando? Quais as suas necessidades específicas? De que forma podemos promover a inclusão, sem ofendermos e sem sermos paternalistas?

Estas são algumas das questões que, quando não abordadas, criam barreiras ao atendimento e às relações profissionais e pessoais. Este curso irá procurar desmistificar algumas situações e ajudar a entender melhor outras, promovendo uma relação descontraída e mais natural entre quem tem e que não tem necessidades especiais, assim como um atendimento mais adequado.

PÚBLICO-ALVO
Profissionais de Comunicação, Relações Públicas, Frente de Casa, Serviços Educativos, Direcção de Cena, Direcção Técnica.

PREÇÁRIO
Normal: €55
Estudante / Desempregado: €45
Sócio Acesso Cultura: €35

Política de reembolsos: Em caso de desistência de participação, o inscrito terá direito ao reembolso do valor de inscrição, desde que comunique essa desistência, por escrito e com 8 (oito) dias de antecedência.
Não se aplica o disposto no parágrafo anterior, caso a desistência comprometa o número mínimo de participantes exigido para a realização do curso, caso em que o valor não será devolvido, ficando o inscrito desistente com crédito em montante igual ao valor da inscrição paga, podendo usufruir deste mesmo crédito em inscrições futuras em cursos da Acesso Cultura.

NOTAS BIOGRÁFICAS

Célia Sousa é doutorada em Ciências da Educação, Especialidade Comunicação pela UNEX. Coordena desde 2006 o Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID), do IPLeiria. Leciona na ESECS do IPLeiria. É Investigadora do Centro de Investigação Inclusão e Acessibilidade em Ação (iACT). É membro efectivo da Sociedade Portuguesa de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade (SUPERA). Na última década tem desenvolvido projectos nas áreas das Tecnologias de Apoio e da Comunicação Aumentativa. É autora e co-autora em diferentes publicações nacionais e internacionais nas áreas das Tecnologias de Apoio, Comunicação Aumentativa e Educação Especial. Recebeu em 2007 o Troféu Afonso Lopes Vieira, na Categoria de Comunicação pelo Semanário Região de Leiria. Recebeu em 2015 o Prémio Iniciativa de Alto Potencial em Inovação e Empreendedorismo Social, com o Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada (PLIP), e Projecto Mil brinquedos Mil Sorrisos, pelo Mapa de Inovação e Empreendedorismo Social (MIES). Como hobby, escreve histórias infantis.

Maria José Lorena tem Bacharelato em Terapia Ocupacional pela Escola de Saúde de Alcoitão (desde 1985) e é especializada em Tecnologias de Apoio para a mobilidade, com curso (Telford College) e estágio (Centro de Westerly School) realizado em Edimburgo – Escócia, projecto da Fundação LIGA (1994). Tem uma pós-Graduação em “Design para a Diversidade” no Instituto Superior Técnico, no âmbito de uma parceria entre a Fundação LIGA, o Instituto Superior Técnico e o Centro Português de Design (2007). Coordena o Programa de Terapia Funcional da Fundação LIGA, actualmente Saúde e (RE) Habilitação Pediátrica no âmbito da Intervenção terapêutica numa perspectiva habilitadora (reabilitação/habilitação funcional) (desde 1991), assim como o Programa Vida Autónoma da Fundação LIGA, no âmbito da aplicação dos Produtos de Apoio para a mobilidade, comunicação, orientação e acessibilidade (desde 1995). Colaborou em protocolos e desenvolvimento de projectos no sector da acessibilidade da Fundação LIGA e também com a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, como docente convidada no Mestrado de Educação Especial – Domínio Motor e Cognitivo (desde 2006).

Peter Colwell trabalha no campo de deficiência visual cerca de 25 anos em diversas entidades e funções. Actualmente é técnico de acessibilidade na ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, e as suas funções incluem ministrar formação sobre atendimento, elaborar documentos sobre boas práticas em termos de acessibilidade e dar conselhos aos arquitectos e designers que pretendem criar espaços e serviços mais acessíveis.

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